Saturday, 25 February 2017

"Nao chameis 'pai' a ninguem na terra" (Mt 23:9)

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Passagens biblicas referidas no video:
Genesis 45:8; Jo' 29:16; Isaias 22:20–21; Atos 7:2; Romanos 9:10; Mateus 5:29 (hiperbole); 1 Pedro 5:13; 1 Joao 2:1.13-14); 3 Joao v.4; 1 Timoteo 1:2.18; 2 Timoteo 1:2 e 2:1; Filemon v.10; 1 Corintios 4:14-15; Galatas 4:19.

Thursday, 23 February 2017

Papa sobre a vida dupla de ir à Missa mas não viver como cristãos

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O escândalo destrói”, advertiu o Papa Francisco durante a Missa na Casa Santa Marta na manhã de hoje, também disse que se os católicos que tem uma “vida dupla”, não se converterem, quando se apresentarem diante do Senhor no céu Ele dirá “não te conheço”.
Mas o que é o escândalo? O escândalo é dizer uma coisa e fazer outra; é ter vida dupla. Vida dupla em tudo: sou muito católico, vou sempre à Missa, pertenço a esta e aquela associação; mas a minha vida não é cristã. Não pago o que é justo aos meus funcionários, exploro as pessoas, faço jogo sujo nos negócios, reciclo dinheiro, vida dupla. Muitos católicos são assim. Eles escandalizam”, advertiu o Pontífice.
Durante a homilia, o Papa recordou que a Bíblia diz: “Cortar a mão”, “arrancar o olho”, mas “não escandalizar os pequeninos”, ou seja, os justos, “os que confiam no Senhor, que simplesmente creem no Senhor”.
Quantas vezes ouvimos dizer, nos bairros e outras partes: ‘Ser católico como aquele, melhor ser ateu’. O escândalo é isso. Destrói. Joga você no chão. Isso acontece todos os dias, basta ver os telejornais e ler os jornais. Os jornais noticiam vários escândalos e fazem publicidade de escândalos. Com os escândalos se destrói”, denunciou.
Francisco citou o exemplo de uma empresa importante que estava à beira da falência. As autoridades queriam evitar uma greve justa, mas que não faria bem e queriam conversar com os chefes da empresa. As pessoas não tinham dinheiro para arcar com as despesas cotidianas, pois não recebiam o salário. O responsável, um católico, estava de férias em uma praia no Oriente Médio e as pessoas souberam disso. A notícia não tinha como nãao sair nos jornais.... “Estes são escândalos”, advertiu.
No Evangelho, Jesus fala daqueles que escandalizam, sem dizer a palavra escândalo, mas se entende: ‘Você chegará ao Céu, baterá à porta e: Sou eu, Senhor! Não se lembra? Eu ia à Igreja, estava sempre com você, pertencia a associação tal, fazia muitas coisas. Não se lembra de todas as ofertas que eu fiz? Sim, lembro-me! As ofertas! Lembro-me bem: todas sujas, roubadas aos pobres. Não o conheço. Esta será a resposta de Jesus aos escandalosos que fazem vida dupla”, afirmou.
A vida dupla provém do seguir as paixões do coração, os pecados mortais que são as feridas do pecado original”, disse o Papa. Em seguida, exortou a não confiar nas riquezas, não dizer “contento-me de mim mesmo” e a não adiar a conversão.
A todos nós, a cada um de nós, fará bem, hoje, pensar se há algo de vida dupla em nós, de parecer justos. Parecer bons fiéis, bons católicos, mas por baixo fazer outra coisa; se há algo de vida dupla, se há uma confiança excessiva: O Senhor me perdoará tudo. Então, continuo... ‘Irei me converter, mas hoje não! Amanhã’... Não! Pensemos nisso. Aproveitemos da Palavra do Senhor e pensemos que o Senhor nisso é muito duro. O escândalo destrói”.

Monday, 20 February 2017

Por que o Papa é chamado de Santo Padre?

Proximo video: "Não chameis de pai a ninguém na terra" (Mt 23:9).

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Monday, 13 February 2017

A importância do carisma da infalibilidade (Mt 16:19; 18:18)

Proximo video: Por que o Papa é chamado de Santo Padre?

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CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA (Vaticano II) LUMEN GENTIUM

22. Assim como, por instituição do Senhor, S. Pedro e os restantes Apóstolos formam um colégio apostólico, assim de igual modo estão unidos entre si o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos. A natureza colegial da ordem episcopal, claramente comprovada pelos Concílios ecuménicos celebrados no decurso dos séculos, manifesta-se já na disciplina. primitiva, segundo a qual os Bispos de todo o orbe comunicavam entre si e com o Bispo de Roma no vínculo da unidade, da caridade e da paz (cf. Eusébio, Hist. Eccl., V, 24, 10: GCS II, 1, p. 495; ed. Bardy, Sources Chr. II, p. 69. Dionisio, em Eusébio, ib. VII, 5, 2: GCS II, p. 638 s.; Bardy, II, p. 168 s.); e também na reunião de Concílios (cf. Eusébio Hist. Eccl. V, 23-24: GCS II, 1, p. 488 s.; Bardy, II, p. 66 ss. etc. Conc. Niceia, can. 5: Conc. Oec. Decr. p. 7.), nos quais se decidiram em comum coisas importantes (cf. Tertuliano, De Ieiunio, 13: PL 2, 972 B; CSEL 20, p. 292, lin. 13-16), depois de ponderada a decisão pelo parecer de muitos (cf. S. Cipriano, Epist. 56, 3: Hartel III B, p. 650; Bayard, p. 154); o mesmo é claramente demonstrado pelos Concílios Ecuménicos, celebrados no decurso dos séculos. E o uso já muito antigo de chamar vários Bispos a participarem na elevação do novo eleito ao ministério do sumo sacerdócio insinua-a já também. É, pois, em virtude da sagração episcopal e pela comunhão hierárquica com a cabeça e os membros do colégio que alguém é constituído membro do corpo episcopal.
Porém, o colégio ou corpo episcopal não tem autoridade a não ser em união com o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, entendido com sua cabeça, permanecendo inteiro o poder do seu primado sobre todos, quer pastores quer fiéis. Pois o Romano Pontífice, em virtude do seu cargo de vigário de Cristo e pastor de toda a Igreja, tem nela pleno, supremo e universal poder que pode sempre exercer livremente. A Ordem dos Bispos, que sucede ao colégio dos Apóstolos no magistério e no governo pastoral, e, mais ainda, na qual o corpo apostólico se continua perpetuamente, é também juntamente com o Romano Pontífice, sua cabeça, e nunca sem a cabeça, sujeito do supremo e pleno poder sobre toda a Igreja (cf. Relação oficial de Zinelli, no Conc. Vat. I: Mansi 52, 1109 C), poder este que não se pode exercer senão com o consentimento do Romano Pontífice. Só a Simão colocou o Senhor como pedra e clavário da Igreja (cf. Mt. 16:18-19), e o constituiu pastor de todo o Seu rebanho (cf. Jo 21:15ss.); mas é sabido que o encargo de ligar e desligar conferido a Pedro (Mt. 16:19), foi também atribuído ao colégio dos Apóstolos unido à sua cabeça (Mt. 18:18; 28:16-20) (cf. Conc. Vat. I, Esquema da Const. dogm. II, de Ecclesia Christi, c. 4: Mansi 53, 310. Cfr. Relação de Kleutgen sobre o Esquema reformado: Mansi 53, 321 B-322 B e declaração de Zinelli: Mansi 52, 1110 A. Cfr. também S. Leão M., Serm. 4, 3: PL 151 A.). Este colégio, enquanto composto por muitos, exprime a variedade e universalidade do Povo de Deus e, enquanto reunido sob uma só cabeça, revela a unidade do redil de Cristo. Neste colégio, os Bispos, respeitando fielmente o primado e chefia da sua cabeça, gozam de poder próprio para bem dos seus fiéis e de toda a Igreja, corroborando sem cessar o Espírito Santo a estrutura orgânica e a harmonia desta.
O supremo poder sobre a Igreja universal, que este colégio tem, exerce-se solenemente no Concílio Ecuménico. Nunca se dá um Concílio Ecuménico sem que seja como tal confirmado ou pelo menos aceite pelo sucessor de Pedro; e é prerrogativa do Romano Pontífice convocar estes Concílios, presidi-los e confirmá-los (cf. Cod. Iur. Can., c. 222 e 227). O mesmo poder colegial pode ser exercido, juntamente com o Papa, pelos Bispos espalhados pelo mundo, contanto que a cabeça do colégio os chame a uma acção colegial ou, pelo menos, aprove ou aceite livremente a acção conjunta dos Bispos dispersos, de forma que haja verdadeiro acto colegial.

25. (...) Os Bispos, individualmente, não gozem da prerrogativa da infalibilidade. (...) Estes exercem o supremo magistério [infalibilidade] em união com o sucessor de Pedro. (...) Porém, quando o Romano Pontífice, ou o corpo episcopal com ele, define alguma verdade, propõe-na segundo a Revelação, à qual todos se devem conformar. Esta transmite-se integralmente, por escrito ou por tradição, através da legítima sucessão dos Bispos e, antes de mais, graças à solicitude do mesmo Romano Pontífice; e, sob a iluminação do Espírito de verdade, é santamente conservada e fielmente exposta na Igreja (cf. Gasser, ib.: Mansi 1215 CD, 1216-1217 A). Para a investigar como convém e enunciar aptamente, o Romano Pontífice e os Bispos, segundo o próprio ofício e a gravidade do assunto, trabalham diligentemente, recorrendo aos meios adequados (cf. Gasser, ib.: Mansi 1213); não recebem, porém, nenhuma nova revelação pública que pertença ao depósito divino da fé (cf. Conc. Vat. I, Const. dogm. Pastor Aeternus, 4: Denz. 1836 (3070)).

Igreja Primitiva

St.Irineu (ano 180): “É realmente verdadeira e firme a pregação da Igreja, onde aparece a única via de salvação em todo o mundo. Com efeito à Igreja foi confiada a luz de Deus, e portanto a “sabedoria” de Deus, pela qual Ele salva os homens…. Por toda a parte a Igreja anuncia a verdade: ela é o candelabro de sete luzes (cf. Ap 2,1) que transporta a luz de Cristo…convém refugiar”se na Igreja e ser educado em seu grêmio, nutrido com as santas Escrituras do Senhor. Pois a Igreja está plantada neste mundo como o Paraíso.” (cf. "Contra as Heresias", livro 5, cap. 20).

Monday, 6 February 2017

Controversias da Igreja: 3 Papas no poder simultaneamente

Proximo video: A importancia do carisma da infalibilidade.
Partilhem! Obrigado. Video recomendado: http://pecadorevangelizador.blogspot.ca/2016/04/o-julgar-os-outros.html

A amarelo: regiões leais a linha papal de Roma
A vermelho: regiões leais a Avinhão
A verde: regiões fieis á Igreja Ortodoxa
A laranja: regiões sob o dominio islamico
A roxo: regiões que alternavam entre lealdade a Roma e a Avinhão

Wednesday, 1 February 2017

O celibato é uma “joia brilhante” para a Igreja, afirma sacerdote especialista

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O celibato é uma “joia brilhante” para a Igreja, afirma sacerdote especialista: disse o Pe. Gary Selin, autor do livro “Priestly Celibacy: Theological Fondations”, fruto de uma investigação em fontes bíblicas, patrísticas e do magistério que o ajudaram a descobrir que a “razão principal do celibato é que aperfeiçoa a configuração do sacerdote com Jesus Cristo, cabeça da Igreja”.

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